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Funcionário com atestado suspeito

Antes de decidir sobre um contrato, a empresa precisa saber o que acontece nos dias cobertos pelo atestado. Registros datados valem mais que qualquer boato de corredor.

Quando a exceção vira padrão

Afastamentos fazem parte de qualquer operação, e o gestor experiente sabe respeitá-los. O problema é o padrão: o atestado que aparece toda segunda-feira depois de um fim de semana movimentado, o colaborador de licença por lesão que é visto carregando material em outra obra, a atendente afastada da loja do Centro que passa a tarde trabalhando em um quiosque na temporada. Na Grande Florianópolis, onde o verão multiplica bicos e oportunidades, o afastamento remunerado somado a uma renda paralela virou um prejuízo silencioso para muitas empresas.

Levante o padrão em números

Antes de qualquer conversa, monte uma planilha simples: datas de cada atestado nos últimos meses, dias da semana em que caíram, duração, emissor e o que estava acontecendo na escala naquele período. Cruce com feriados, eventos e alta temporada. Some o custo real, incluindo horas extras pagas a colegas e entregas atrasadas. Esse levantamento transforma um incômodo difuso em um caso objetivo e mostra se a situação é pontual ou estrutural. Muitas vezes, o número surpreende: um único colaborador pode concentrar um terço dos afastamentos do setor.

Atenção aos rastros visíveis

Sem abordar o colaborador nem interagir com as publicações dele, observe o que já é público: stories na praia durante o período de afastamento, divulgação de serviços por conta própria, participação em eventos esportivos, perfil ativo em aplicativos de entrega no mesmo horário coberto pelo atestado. Faça capturas de tela com data visível e arquive junto com a planilha. Esses registros não encerram a questão sozinhos, mas indicam onde uma apuração profissional deve concentrar o acompanhamento.

Como a investigação de funcionários documenta o caso

Com o histórico organizado, a Detetive SC planeja um acompanhamento externo do colaborador nos dias de afastamento. O trabalho registra a rotina real: se há prestação de serviço a terceiros, atividade física incompatível com a restrição declarada ou uma segunda ocupação em paralelo. Uma transportadora de Biguaçu, por exemplo, pode precisar confirmar se o motorista afastado está dirigindo para outra empresa; um restaurante do Estreito, se o cozinheiro de licença está no fogão de um concorrente. Tudo é entregue em relatório com registros datados e provas documentadas com validade judicial, para o gestor decidir junto com o jurídico.

O que a empresa ganha ao documentar

Decidir sobre um contrato com base em boato é arriscado para os dois lados. Com o relatório em mãos, a empresa age sobre fatos: encerra o vínculo quando a fraude se confirma, ou descarta a suspeita e preserva um bom profissional quando não se confirma. A equipe percebe que afastamentos são tratados com seriedade, o que por si só reduz abusos. Todo o processo corre com discrição e sigilo absoluto, sem contato com o colaborador e sem tumultuar a operação, de Santo Amaro da Imperatriz ao norte da ilha.

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Acompanhamento externo e discreto de colaboradores afastados, com registros datados de rotina e atividade paralela. A Detetive Florianópolis entrega relatório com provas documentadas com validade judicial para a decisão do gestor.

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